segunda-feira, 20 de julho de 2015

Estudar em duas escolas, é possível ?

Porque os pais estão optando por matricularem as crianças em duas escolas?
Pelo que entendi, os pais matriculam os filhos em duas escolas, para que uma complemente o tempo da outra, como se fosse um turno integral, isso é feito para ocupar o tempo livre das crianças, tempo que não possuem para se dedicarem a seus filhos.

Essa forma tem o mesmo efeito do tempo integral?
Se for esta a proposta da segunda escola, sim. Essa escola deve ter a uma proposta diferenciada, de complementação pedagógica e atividades extra classe. Irá exercer função de contra tempo, com aulas de apoio e atividades lúdicas e recreativas.

Porque essa necessidade dos pais em ocupar o tempo da criança?
Muitos pais não têm com quem deixar seus filhos e veem a escola como um ambiente seguro e especializado, entendem que é o melhor lugar para isso.

Gostaria de saber como isso pode influenciar na convivência em família?
A convivência familiar é fundamental para que a criança se desenvolva de forma saudável, porém a qualidade do tempo destinado à convivência familiar é muito mais importante que a quantidade de tempo destinado a este convívio. De nada adianta a criança estar em casa e ter os cuidados de uma babá, ou mesmo brincando sozinha. Nos momentos em família, a criança deve receber toda atenção e carinho, nada é mais importante que isso. 

O que a criança pode sentir com isso? Como pode afetá-los? O que os pais podem fazer para se aproximar da criança?
Se os projetos das escolas forem complementares, não vejo problema nenhum.
Os pais quando estiverem com as crianças à noite e nos fins de semana devem brincar junto, contar histórias, conversar, cantar, fazer com que a criança se sinta amada e protegida. Nenhum outro tipo de recompensa conseguirá atender esta necessidade.

Todos tem de trabalhar, e muitos o dia todo, como os pais podem demonstrar interesse no dia a dia dos filhos? Quais as perguntas que pode ser feitas?
A criança sente quando está sendo assistida pelos pais, mesmo que de longe. Os pais contribuem muito quando acompanham a agenda, as demandas da criança, estando atentos as suas necessidades, para isso deixar claro para os filhos o quanto se interessam por eles, proporcionado segurança e bem estar aos pequenos.

Ester Chapiro- Psicopedagoga- Central de Professores-Soluções Pedagógicas

contato@centraldeprofessores.com.br

A importância da brinquedoteca na educação infantil


A brinquedoteca funciona como um espaço organizado para entreter e ao mesmo tempo oferecer experiências educativas ao público infantojuvenil. Possui uma grande diversidade de brinquedos educativos, para ajudar a desenvolver noções básicas de aprendizagem, tais como: habilidades sensoriais, motoras e sociais.
Desde os primeiros meses de vida a criança já pode brincar e participar de lugares que tenham finalidade lúdica, o importante é que este seja próprio para cada faixa etária O bebê, por exemplo, precisa explorar o ambiente e objetos que instiguem seus sentidos e contribuam para seu desenvolvimento motor. Nesta fase são estimulados pelos sons, cores e texturas. O uso dos tapetes é ótima opção para aqueles que ainda não sentam, mas manipulam e exploram os diversos tipos de acessórios e brinquedos que deverão estar ao seu redor. Quando conseguem ficar sentados já examina melhor os artefatos com as mãos e pode perceber suas diferentes formas, lados, cores, sons e utilidades. Aos poucos vai ampliando suas descobertas. Começa a apertar os botões, bater, sacudir para provocar barulhos, encaixar, desencaixar, empilhar peças e por aí vai, se divertindo e sempre aprendendo algo novo.
Várias atividades podem ser realizadas neste local onde a criança pode brincar livremente ou em atividades dirigidas por um profissional bem criativo, capaz de seduzir, inspirar e educar. Vale ouvir histórias, imitar, dramatizar, dançar, cantar, jogar, bagunçar e arrumar, e até relaxar. O ambiente deve ter mobiliário próprio, fantasias, tapetes, jogos, livros, sons, brinquedos bem coloridos e outros materiais lúdicos para ajudar no desenvolvimento infantil.
Serão os profissionais capacitados que irão transformar e aprimorar a brinquedoteca para que ela não se torne apenas um depósito e para tanto os brinquedos devem ser mantidos limpos, organizados e sempre renovados. É muito frustrante para a garotada pegar um brinquedo quebrado ou que não funcione como esperado, é importante também observar a indicação dos brinquedos para cada idade, bem como separar pequenas peças e itens pontiagudos que possam apresentar algum risco durante a brincadeira.
Ter uma brinquedoteca na escola é fundamental para garantir que a criança brinque durante este ato a criança se define como sujeito e cria seus próprios projetos, aprende a experimentar, se comunicar, inventar e compartilhar.
O valor do "brincar" no desenvolvimento infantil é imensurável, de forma divertida a meninada é exposta às experiências que enriquecem o conhecimento, ampliam as habilidades, desenvolve a autoestima, segurança, comunicação e ainda permitem a elas estimular seu raciocínio lógico, despertar para novos interesses e a fomentar expressões pessoais e interações sociais.

Ester Chapiro- psicopedagoga da Central de Professores- Soluções Pedagógicas

Os contos de fadas e a infância


Os contos de fadas são histórias que sempre exerceram grande fascínio, por estimularem a imaginação das crianças e conduzi-las a um mundo mágico. Despertam para uma aprendizagem intuitiva e abrangente no seu modo de imaginar e perceber o mundo que vivem. 

A primeira grande influência, e muito positiva, é despertar o interesse na leitura, uma vez que o mundo da fantasia é muito atraente e divertido para os pequenos leitores. Os contos desenvolvem a arte de ouvir, de interpretar, de se organizar no tempo e no espaço. Além disso, ampliam o processo criativo, aumentam o vocabulário e ainda levam os jovens a fazer comparações com a vida real e a imaginária, para perceber que realmente existem os medos, os desejos, as frustrações, o ódio, mas que também há o lado amoroso, gentil, bom e humano.

Este tipo de texto auxilia ainda na formação da personalidade, uma vez que através dele é possível discernir o que é verdadeiro e o que não é. As mensagens também reafirmam valores sociais muito importantes, como, por exemplo, o bem prevalecendo contra o mal, às boas atitudes, o respeito ao próximo, a caridade entre outros.
Além disso, a identificação com os personagens ajuda no desenvolvimento e nas elaborações para a resolução de conflitos e situações de desencontro, intriga, inveja e sofrimento. A mensagem final é pura verdade, para se chegar ao final feliz, normalmente, é preciso enfrentar as diversas dificuldades, com humildade, sabedoria, coragem e fé.

Muito se discute sobre as influências dos contos de fada nos dias atuais. É fato que eles contribuem de maneira significativa para a formação moral do sujeito e de suas idealizações. Por este motivo, acabam por refletir nos  modelos sociais a serem seguidos. Geralmente mostram a imagem de mulheres submissas, boazinhas, sem ação que espera que um príncipe venha salvá-la. Isso pode não corresponder ao modelo de comportamento feminino na atualidade. Mas para tanto, vale fazer um paralelo e uma reflexão do tempo em que as histórias foram escritas e o padrão exigido hoje. Muitos autores já estão reescrevendo os contos os quais as princesas e as fadas são guerreiras e não mais personagens passivos.

No entanto, é de extrema importância que eles estejam presentes na sociedade através de livros, filmes e peças  teatrais. Dessa forma, poderemos garantir que essa fonte de inspiração tão rica possa ajudar a transformar a  fantasia em realidade.

 Ester Chapiro, Psicopedagoga da Central de Professores

Boas férias!



As férias de julho precisam ser entendidas como um período de descanso que os estudantes têm direito após o primeiro semestre de aulas e atividades escolares. Muitos pais buscam diversas atividades para ocupar os filhos neste período e acabam exagerando em  compromissos para os pequenos que precisam apenas descansar e desacelerar o ritmo e com isso, modificar a rotina do período escolar.
A diversão é consequência da qualidade dos momentos livres que as férias devem proporcionar. Normalmente as crianças sentem prazer em atividades simples, elas só precisam  sentir o quanto são queridas, protegidas e assistidas pelos pais, que mesmo de longe podem se fazer presentes quando se organizam, planejam e demonstram preocupação com o bem estar dos filhos. O diálogo sempre é  a peça chave, primeiro para planejar o dia e depois, à noite, para aquele bate papo  sobre o que aconteceu no decorrer do dia e saber como o filho se sentiu. Assim será possível administrar os novos acontecimentos e propor atividades na medida certa.
Passar o dia na casa da vovó, receber os amiguinhos em casa para brincar, jogar bola na praia, ver TV, fazer um piquenique no parque, são dicas infalíveis para a diversão boa e acessível. Não é preciso inventar algo novo todos os dias. Para a meninada poder ficar sem fazer nada, às vezes, é necessário e prazeroso.
Existem muitas colônias de férias que são ótimas opções para os pais que trabalham, porém, para que as férias sejam realmente agradáveis os horários devem ser flexíveis, a criança deve ficar a vontade para dormir um pouco mais e fazer o que gosta. Vale lembrar que toda criança ama visitar o trabalho dos pais, bem como se sentir útil e que pode ajudar. Se for possível, não hesitar em levá-lo, esse momento ficará para sempre na lembrança de ambos. Na programação é importante incluir momentos em família, receber e dar ainda mais carinho e atenção aos pais, aos avós, aos tios e aos primos. Nestes encontros a satisfação e entretenimento saudável são garantidos.
Boas férias!
Ester Chapiro, Psicopedagoga da Central de Professores

terça-feira, 24 de março de 2015

Edutenimento, você já ouviu falar?

* De modo geral, como a junção do entretenimento à educação pode ser benéfica ao aprendizado dos alunos? Por quê?

Entretenimento é qualquer ação, evento ou atividade com a finalidade de brincar, distrair e promover o interesse. Através do entretenimento o aluno naturalmente satisfaz seus desejos, sejam de ordem afetiva, relacionada à estima ou a realização de objetivos. Enquanto está entretido, sem perceber, o aluno exercita suas habilidades de relacionar-se com o meio e com os outros, aprende vários conceitos, e vivencia situações de ganhar e perder aprende a opor-se, expressar suas vontades e desejos, negociar, pedir, recusar, compreende que precisa viver em grupo, internalizando as regras e formando sua própria opinião e aprendendo efetivamente. Desta forma educa sua sensibilidade para apreciar seus esforços e tentativas, o prazer que atinge quando consegue finalizar uma tarefa (montar um quebra-cabeça ou pegar o colega) faz com que se sinta realizada por atingir uma meta, levando-a a autoestima. Os jogos, as brincadeiras, os sons, o ambiente favorável, induzem a criança a atingir níveis de realização que não se consegue com outras práticas. Portanto a junção do entretenimento à educação é mais do benéfico, é essencial para o aprendizado dos alunos.

* Quais são as possibilidades para o edutenimento nesse sentido? Por quê?
Todas as formas de edutenimento são possíveis desde as mais simples como visitas a parques, museus, ouvir histórias, brincadeiras diversas, jogos e as mais complexas, como os filmes, peças de teatro, games e espaços construídos para esta finalidade. Porém, vale lembrar que é toda atividade educativa deve ser, planejada, organizada assistida, avaliada para atingir os objetivos educacionais previstos.
* O edutenimento pode ser considerado como um conceito revolucionário no aprendizado? Se sim ou não, por quê?
O termo é novo, mas o conceito já é antigo para os educadores. Muitos estudos já foram realizados sobre a importância do lúdico na aprendizagem. Penso que neste momento é urgente uma forte mudança na escola, é fundamental que esteja esta nova palavra pode ser o caminho para um ensino adequado as demandas no mundo atual.

* Qual é o feedback dos estudantes no que diz respeito ao edutenimento? Como eles lidam com o aprendizado fora da sala de aula?
O feedback é o melhor possível, quando se consegue despertar o interesse do aluno e fazê-lo perceber suas possibilidades de interação com o novo.Os estudantes aprendem de forma prazerosa e espontânea,o que garante uma qualidade maior na aquisição dos conhecimentos apreendidos.

* É correto dizer que o acesso cada vez mais intenso à internet fomentou o crescimento do edutenimento? Por quais motivos?
O acesso a filmes, games e as redes sociais sem dúvida intensificaram o entretenimento, porém para que haja edutenimento tem que haver um objetivo educacional definido.

* Programas educativos podem ser considerados como ferramenta para edutenimento? Por quê?
Sim, muito eles prendem a atenção da criança e neste momento de relaxamento e prazer à criança aprende de forma natural, é impressionante ver como uma criança pequena fica concentrada diante de alguns programas infantis, e os jovens que assistem filmes e programas com o maior interesse.

* Ainda nesse contexto, qualquer produto cultural pode ser considerado como material para o edutenimento?
Se for conduzida para esta finalidade, sim.

* Como visitas a museus e produções de peças teatrais, por exemplo, podem ser incorporadas ao conceito de edutenimento?
Sim, quanto mais se incentivar essas visitas, acompanhar o jovem, despertar nele, o interesse e a curiosidade e incorporar estas atividades na vida da família e da escola, será melhor o aproveitamento deste recurso. Os pais e professores devem estar preparados e atentos para orientar os estudantes na construção do processo de aprendizagem a partir destes excelentes recursos educacionais.

* É pertinente dizer que a criança aprende sem perceber que está aprendendo formalmente? O mesmo vale para o aprendizado ser menos burocrático e até mesmo maçante? Por quê? Sim, o conhecimento depende significativamente de como cada um processa as suas experiências quando criança, principalmente no campo emocional. Se a criança se sente apoiada, incentivada, ela explorará novas situações, novos limites, se exporá a novas buscas. Quanto mais solicitações, quanto mais estímulos, mais conexões se criam no cérebro, o que facilita a capacidade de fazer relações.

* Projetos como os que "ensinam" princípios sobre profissões por meio do entretenimento são válidos? Por quê? Sim, todos os projetos que utilizam do entretenimento são válidos, pois trazem vivências e experiências significativas, onde o aluno tem a possibilidade de refletir sobre seu aprendizado e fazer o melhor uso dessas novas aquisições. Conhecimento geral e maturidade são fundamentais para uma boa escolha profissional.

Ester Chapiro, Psicopedagoga da Central de Professores

Preciso mesmo ir?


Nas escolas, é sempre assim, dia de reunião nas séries iniciais, quase todos os pais estão presentes, depois do sexto ano, a sala vai ficando cada vez mais vazia e só aparecem aqueles cujos filhos, estão bem adaptados à rotina e a proposta escolar, estes estão sempre atentos a tudo que acontece na instituição e na vida de seus filhos.

Além da vida agitada, dos horários de trabalho, outra situação muito comum que acaba desanimando os pais outrora interessados e presentes, são alguns pais que querem resolver problemas pessoais e de seus filhos, durante a reunião pedagógica e entram em assuntos que não são pertinentes para o resto do grupo, isso acaba atrapalhando o andamento do evento que tem objetivo de estabelecer um contato com os responsáveis para apresentar suas propostas, projetos, métodos, profissionais, filosofia, regras e resultados. 
É muito importante participar da vida escolar de seu filho, acompanhá-lo no seu crescimento e desenvolvimento, estar atento às suas necessidades e por fim, com segurança, estar sempre pronto para ajudá-lo. Pais não deixem de ir às reuniões. 

Aproximando-se da escola, você estará também mais próximo de seus filhos. Ouça as propostas tire dúvidas que poderão ser comuns a todos, mas deixe para resolver assuntos referentes aos seus filhos, em outro momento. Caso haja necessidade, marque um horário com a coordenadora ou outra especialista escolar e aí sim, fale tudo que quiser desta forma a criança não fica exposta e outros pais não participam de assuntos que não os interessam, e o melhor você será ouvido e suas solicitações atendidas.
Vale também, lembrar-se de dar este aviso aos pais, insistentes que tentarem desviar para eles a atenção, tirando o foco de todos do objetivo da reunião.


Ester Chapiro, Psicopedagoga da Central de Professores

Redes sociais na escola entrevista

1- Quais são as orientações/ dicas que podem ser passadas para os professores para evitar problemas com as redes sociais? 
 O que vale para o mundo real é o mesmo que vale para o mundo virtual.
Acredito que a principal dica é que o professor deve dar liberdade, sem dar intimidade ao aluno ou aos seus familiares em caso de professores da educação infantil, e isso se consegue através de atitudes profissionais.
Outra sugestão é criar um perfil somente para alunos e pais.
Ainda se o professor tiver alunos em seu perfil, deve policiar suas postagens, usar as ferramentas
de  configurações de privacidade para não ser marcado em uma foto, por exemplo.

2- Até que ponto é possível a amizade entre professores e alunos na vida real e virtual? Professores podem ser "amigos" de alunos nas redes sociais?
O afeto é um fator fundamental na relação professor - aluno, mas, contudo esta relação é profissional, ou seja, deve exigir respeito de ambas as partes.
Quando fui aluna, não havia internet, entretanto nunca tive o telefone de um professor, outros tempos, mais tecnologia, informação e cuidados também.
O professor é uma pessoa pública e deve estar ciente de suas responsabilidades frente à sociedade. É indispensável a este profissional uma postura digna de alguém que trabalha com educação. 

3- E as escolas, podem baixar normas de uso das redes sociais (como evitar fotos de bebedeiras ou de roupas sensuais ou ainda fotos de idas a bares com alunos), para tentar não "manchar" a imagem da escola?
A instituição escolar não pode se envolver na vida social de seus alunos, e dentro da escola, o convívio social também deve ter regras diferenciadas. Professores e funcionários da escola não devem por exemplo frequentar bares e beber com alunos, até porque, menores são proibidos de beber e um adulto participando estaria praticando um crime contra a criança ou adolescente.
Penso que o tema pode sim ser discutido entre a equipe, a fim de lembrar ou estabelecer algumas regras de conduta para o mundo real e virtual.

4- As redes sociais podem ser usadas de forma positiva? É possível usá-las para tirar dúvidas, por exemplo?
Claro, devem! Alunos podem entrar em grupos com objetivos pedagógicos, professores podem organizar grupos de estudos. Os alunos podem pedir ajuda para solucionar dúvidas, pedir dicas para trabalhos, indicação de bibliografia, etc. essa possibilidade é maravilhosa.

5- Os alunos devem ser orientados quanto ao uso das redes sociais de forma saudável? A escola tem de acompanhar o que é postado com o nome da escola, para evitar "manchar" o nome da instituição? Li isso em uma reportagem: "Durante uma aula vaga no Sesi de Osasco (Grande SP), os alunos decidiram tirar fotos deitados em colchonetes deixados no pátio para a aula de educação física. Um deles colocou uma imagem no Facebook (comunidade virtual de relacionamentos) com uma legenda irônica, em que dizia: vejam as aulas que temos no Sesi. Uma professora viu a foto e avisou a diretora. Resultado: o aluno teve de apagá-la e todos levaram uma bronca." Realmente é preciso e possível acompanhar os alunos?
 
Sim a escola pode e deve trazer esse tema para discussão, pois quando as regras são criadas pelo grupo são internalizadas e praticadas facilmente. Esse tema é muito polêmico e a escola junto à família precisa orientar para garantir a integridade física e moral de sua comunidade, o aluno deve ter a consciência que denegrir a imagem da escola onde estuda, é o mesmo que denegrir sua própria imagem, uma vez que faz ou fez parte dela.

A vigilância só se faz necessária se o perfil ou grupo for criado pela escola, fora isso não há como controlar... 
Ester Chapiro, Psicopedagoga da Central de Professores